sábado, 5 de maio de 2012

Pink Saturday ou Sábado Rosa (edição nº 13)


"Estas flores são para minha querida Tia Mila para que tenha um dia bem feliz!"

O que é o "sábado rosa"? Surgiu com uma festa no portão de um jardim, ou seja, uma festa ao ar livre em que os amigos e vizinhos se confraternizaram. 
Nos blogs é uma dia em que toda postagem mostra alguma foto com detalhes em rosa e é feita para alegrar este dia que para muitos é o dia mais "estranho" da semana e com um convite: - Venha que esta festa é para você!

Esta é nossa grande amiga Andréia. É uma pessoa alegre, encantadora, criativa e corajosa.







B O M     D I A !

Fotos via fazebook

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Neste Momento ( edição Nº 18)

"Uma única foto - sem palavras - a captura de um momento. Um simples momento especial e extraordinário. Um momento que eu quero fazer uma pausa, saborear e lembrar para sempre..." 
autor desconhecido

fotos de Deb Sharp e Heloísa D.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A estrada da vida.


Pensamentos Orkut
Pensamentos para Orkut

La strada della vita

La strada della vita
non sempre è lineare,
molte curve, una discesa
una salita,
il bivio però
è il più pericoloso.
la strada che scegli
sarà determinante,
non esser frettoloso,
non chiedere consigli,
nessuno è perfetto
meglio sbagliar da soli
che farlo fare ad altri,
anche se provi affetto,
fai una sosta, valuta, rifletti,
al caso mai devi affidarti,
quando decidi
non si torna indietro,
un lungo respiro, e riparti.
L'uomo libero
la scelta fa da se,
libero non sei
se gli altri
decidono per te. 
   
Orazio Claveri














Grazie Brigitte per questa bellissima IDEA!!!

La vostra strada qual' è????


copiado de: anna-profumodilavanda.blogspot.com




terça-feira, 1 de maio de 2012

1º de Maio: Dia do trabalho


..." Ninguém deveria ser um profissional. O teu trabalho deveria ser o teu amor. 
Se assim não for, o trabalho torna-se destrutivo. Então de alguma forma o arrasta e toda a tua vida se torna sem brilho. Torna-se vazia, não realizada. 
Estás a fazer algo que  nunca quiseste fazer. 
É violento. É suicida. 
Estás a matar-te lentamente, envenenando o teu próprio ser!
O teu trabalho deveria ser o teu amor, a tua oração. Não a tua profissão.
Deveria haver paixão fluindo entre ti e o teu trabalho. Quando verdadeiramente encontrares a tua vocação, será um caso de amor. 
Não é que o tenhas que fazer. 
Não é que tenhas que te forçar a fazê-lo. 
Subitamente, fá-lo de uma forma totalmente diferente que não conhecias antes. 
Os teus passos têm uma dança diferente, o teu coração zumbe. 
Todo o teu sistema funciona pela primeira em estado ótimo. 
É uma realização. Através dela encontrarás o teu ser – tornar-se-á o teu espelho, irá reflectir-te. 
O que quer que seja. 
Uma pequena coisa.
Não são só as grandes coisas que se tornam vocações, não. Uma coisa pequena. 
 Podes fazer brinquedos para crianças, ou sapatos, ou tecer roupa, ou qualquer outra coisa.
Não importa o que é, mas se o amas, se te apaixonaste por isso, se fluis sem reservas, se não te estás a conter, se não te estás a arrastar – estás a mover-te numa dança – irá purificar-te. 
O teu pensamento, pouco a pouco, desaparece. Será uma música silenciosa, e pouco a pouco, sentes que não é apenas trabalho. É o teu ser. 
A cada passo realizado, algo em ti floresce. 
E rico é o homem que encontrou a sua vocação. E mais rico é o homem que encontra realização pelo seu trabalho. Então toda a vida se torna uma adoração.
O trabalho deveria ser uma adoração, mas isso é possível apenas quando o teu ser se torna mais meditativo.
Pela meditação reunirás coragem para abandonar a profissão e caminhar para a vocação".
OSHO, Yoga: The Alpha and Omega. Vol. 7. Ch. 6.
Tradução livre de Carla Guiomar.

 
 AOS TRABALHADORES UM BOM DESCANSO!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Neste Momento ( edição Nº 17 )

"Uma única foto - sem palavras - a captura de um momento. Um simples momento especial e extraordinário. Um momento que eu quero fazer uma pausa, saborear e lembrar para sempre..." 
autor desconhecido
Giovanna e seu pirulito (Já ouvi dizer "Fácil como tirar pirulito de criança", mas tente tirar o pirulito da Gio pra ver se é tão fácil assim).


                                                                                

B O M    D I A !

domingo, 22 de abril de 2012

Minha homenagem aos que tem o dom de escrever



Foto via Karina blogspot.com
Estamos na Semana do Livro .
Tem pessoas que tem este dom maravilhoso de "desenhar palavras" como a Ilaine diz no poema abaixo.
Sou apaixonada por ler.
Tenho que fugir do que me chega às mãos senão os olhos querem se fartar e mais ainda quando é algo que cai direto no meu gosto.
Meu pai e minha mana Ieda tem esse dom da escrita. Meus filhos também: Juliana, que fez Direito,  arrasa quando explana sobre uma defesa ou acusação. Vinícius gosta das sátiras e comédias, já esta começando a escrever roteiros para o grupo de teatro do colégio. Anita pelas poesias e crônicas.
Minhas mais antigas lembranças sobre minha aprendisagem de ler e escrever me levam ao jardim de infância, onde íamos eu, Wilmar e Ieda. Administrado pelas Irmãs Canossianas no bairro Boas Vista tinha um pátio de recreio muito colorido e com brinquedos comuns a todos os jardins (balanços, escorregadores, vai-e-vem, bancos); uma sala com muitos ganchos onde pendurávamos nossa lancheiras e nossas toalhinhas e aventais; pátio pra merendar a comida feita pela Irmã cozinheira (sopa de lentilha - daquela ainda com casquinha- e achocolatado,  se tinha outro tipo eu não lembro); sala de aula onde me esforçava para acabar rápido e perfeito o exercício administrado para poder ganhar da Irmã responsável uma figurinha já recortada e que ela colava no caderno e a nós cabia pintar com lápis de cor o cenário em volta da mesma - quem ganhava um peixe deveria desenhar o rio ou o mar, se fosse uma flor   era para circundá-la com um jardim, se fosse um carro teria o direto de estampar uma rua- e era um orgulho para o escolhido do dia ter seu caderno exposto na frente da turma toda. Hoje isso não significa nada, mas há muitos anos uma figura colorida não era coisa fácil de se conseguir. 
Comecei o Primário, nome dado na época ao Ensino Fundamental, na Escola Primaria Tupy do Grupo de Empresas Tupy onde meu pai era funcionário. Meus pais nos compravam livros desde que eu estava no 1º ano  (ainda tenho "O Jabuti e o Gigante") e eu ainda era contemplada com a Bíblia em Fascículos, lançada pela Abril Cultural em 1970 (ui, quanto tempo já se passou) que tinha ilustrações belíssimas além de conter na contra capa a história de um pintor famoso com fotos de algumas das suas obras  mais famosas, assim que meu pai me trazia eu corria lá pro gramado de casa para ler.
Nos primeiros anos de escola amei O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry (o livro das misses, como é apelidado pois diz a lenda: pergunte à uma candidata a mis qual livro ela já leu? A resposta será -O Pequeno Príncipe!) acho que o reli mais de 20 vezes até hoje. 
Tenho uma história engraçada pra contar: Minha professora do 4º ano, a Dona Iara Maria Zipperer, ao me ver lendo o livro "Eram os Deuses Astronautas?" perguntou - Quem foi que pode ser tão irresponsável e lhe deu este livro tão carregado para ler? -Meu pai, lhe respondi. -Quero falar com seu pai, diga-lhe para vir até a escola. Meu pai não foi, foi minha mãe e explicou-lhe que eu vivia a "devorar" os livros que meu pai tinha que ler porque fazia a faculdade de Letras. Eu tinha 11 anos (certamente não é um livro pra criança nesta idade). Para ele era obrigação e para mim pura diversão, às vezes eu lia os livros que ele deveria ler e fazia o resumo, àqueles com inicio, meio e fim. Coisas de aulas de literatura. Assim  li "A Moreninha" de Joaquim Manuel de Macedo, "Senhora" de José de Alencar, "Um garoto chamado Dumbar" de Jean Gould e muitos outros.
Já no Ensino Médio incomodei tanto a bibliotecária do Colégio dos Santos Anjos fazendo troca de livro a cada dois ou três dias que ela resolveu abrir uma exceção e me deixar pegar numa única vez por semana 2,3 ou 4 livros, tal era minha rapidez em lê-los - a regra era 1 ou 2 por mês - e eu ainda trabalha na Consul durante o dia, ajudava nas tarefas de casa nos finais de semana, bordava e fazia crochê. 
Não, eu não namorava. Os livros me encantavam por demais. Não que as pessoas não fossem fascinantes, mas sempre tive uma curiosidade em conhecer, pesquisar, ir além e muito além do além. Isso é muito fácil com os livros. Namorar deixei pra depois.
Hoje na internet, com os blogs e os sites, isso é infindável. Amo ler e às vezes até esqueço da vida quando encontro artigos, reportagem e postagens que me cativam.


PARABÉNS AOS ESCRITORES.
AOS GRANDES DESENHISTAS DAS PALAVRAS  MUITO OBRIGADA!

Foto de Andzrej Kulik via Picasa autorizado